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Saiba por que Rei Cold nunca foi ressuscitado em Dragon Ball

A morte em Dragon Ball é uma coisa que pode ser contornada com o auxílio das Esferas do Dragão. Ao longo da franquia, diversos guerreiros e vilões poderosos retornaram do pós-vida. Levando em conta esse fato, é um pouco estranho que o Rei Cold — o pai de Freeza — nunca tenha retornado à vida, afinal de contas, ele é bem poderoso.

Ao contrário de outros membros de sua espécie, Cold nasceu com níveis extraordinariamente altos, o que o fez diferente dos demais em termos de poder.

Antes dos eventos principais de Dragon Ball Z, Cold havia conquistado uma parcela enorme de planetas do universo 7 e, além disso, ele teve dois filhos que eram tão cruéis quanto ele: Freeza e Cooler. Por ser o “queridinho” de Cold, Freeza acabou sucedendo seu pai e se tornou um líder ainda mais frio e sanguinário que ele.

No entanto, as coisas saíram um pouco do controle e Freeza acabou vagando no espaço após lutar contra Goku, no planeta Namekusei. A equipe de Cold localizou Freeza no espaço e o ressuscitaram como um ciborgue.

Indignado com a derrota de Freeza, Cold e seu filho planejaram uma futura vingança contra os Guerreiros Z. Quando chegaram à Terra, Trunks matou Freeza com apenas um golpe usando sua espada. Convencido de que a espada era a fonte do poder de Trunks, Cold pegou ela e partiu para cima do inimigo, mas assim como Freeza, acabou no chão.

Mas afinal, por que o Rei Cold nunca voltou?

No filme Dragon Ball Z: O Renascimento de Freeza, o Imperador do Mal é ressuscitado por Sorbet, seu subordinado, que havia feito um pedido usando as Esferas do Dragão. Sorbet perguntou se Freeza queria que seu pai fosse trazido de volta, mas ele negou, afirmando que não queria ninguém para desafiá-lo enquanto estivesse governando.

Em outras palavras, Freeza, que foi salvo por seu pai no passado, decidiu deixá-lo no inferno porque não queria que ele atrapalhasse seu governo. Uma família bem complicada…

Mas e aí, você sabia disso disso sobre Rei Cold? Confira também:

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Publicado por
Matheus Gimenez

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